domingo, 29 de setembro de 2013



Quando a Rockstar Games fez GTA IV, utilizou a cidade de Nova York para se inspirar na hora de construir Liberty City. Para GTA V, a cidade americana escolhida foi Los Angeles, que ganhou uma versão mais caricata na forma de Los Santos. Só que diversos lugares da cidade real podem ser reconhecidos com facilidade ao passearmos pelo game. Agora, você pode comparar os locais.
O site GameTrailers resolveu reunir várias paisagens da cidade de Los Angeles, na Califórnia, e colocá-las lado a lado com suas contrapartes virtuais, em GTA V.
Paisagens como o Santa Monica Pier, o letreiro de Vinewood/Hollywood ou Venice Canals mostram o nível de fidelidade que os desenvolvedores da Rockstar Games tiveram na hora de criar a fictícia Los Santos. Melhor que muitos jogos que se passam em cidades reais e parecem muito pouco com as versões originais.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Parceria com Game Fusion








    Nova parceria com Game Fusion Canal do Youtube Acesse

                                       

    http://www.youtube.com/channel/UC_c7anWw72U5iJdu7PfWFdg/videos
Crusoé da vida real: conheça o homem que viveu 4 anos em uma ilha deserta
No dia 1º de fevereiro de 1709, o marinheiro escocês Alexander Selkirk foi finalmente resgatado após passar quatro anos perdido na ilha Más a Tierra – a maior do arquipélago Juan Fernández, localizado a 650 km da costa do Chile.
Selkirk era o navegador de um pequeno navio da época, o Cinque Ports, que atracou na ilha em outubro de 1704 após ter sido danificado em uma série de batalhas com os espanhóis. Além disso, o casco da embarcação estava infestado por cupins, que estavam destruindo a estrutura do navio.
Durante a sua passagem pela ilha, a tripulação aproveitou para renovar as provisões de água e comida. No entanto, por conta do péssimo estado em que encontrava a embarcação, Selkirk recusou-se a subir a bordo novamente, ao mesmo tempo em que tentou, sem sucesso, convencer seus companheiros de viagem a compartilhar de sua decisão.
Fonte da imagem: Reprodução/TodayIFoundOutApesar de parecer insana a princípio, a escolha de Selkirk provou-se a mais acertada, uma vez que o Cinque Ports naufragou pouco tempo depois na costa do Peru. Dos 41 membros remanescentes da tripulação (que, originalmente, contava com 90 pessoas), apenas oito sobreviveram, nadando até uma ilha próxima do local do naufrágio – onde seriam capturados pelos espanhóis. Posteriormente, apenas o capitão do Cinque Ports conseguiria escapar vivo e arranjar uma maneira de retornar ao Reino Unido.

A vida na ilha

Longe dos perigos de navegar em uma embarcação caindo aos pedaços, Alexander Selkirk permaneceu seguro em uma ilha abastecida com comida e água fresca. Além disso, ele também contava com um mosquete (espécie de rifle rústico da época), pólvora, uma faca, uma Bíblia, um colchonete, tabaco e algumas ferramentas – o suficiente para sobreviver algumas semanas na ilha até que algum navio passasse por perto com o qual ele poderia pegar carona. Infelizmente, como já sabemos, essas semanas mostraram-se muito mais do que alguns dias.
Durante esse tempo, o marinheiro teve de aprender a se virar com o que tinha em mãos. Enquanto a ilha oferecia muitas provisões (como bodes, morsas, mariscos e repolho), a localidade também estava infestada de ratos.
Mapa da ilha em que Selkirk viveuFonte da imagem: Reprodução/WikipediaSe durante o dia os roedores não ofereciam problema, na hora de dormir eles infernizavam a vida de Selkirk roendo suas roupas, cobertas e mordendo seus pés. Por sorte, a própria solução também estava presente na ilha, na forma de uma grande população de gatos.
Assim, Selkirk domesticou diversos felinos, oferecendo-lhes comida regularmente. Desse modo, os gatos passaram a viver próximos ao seu acampamento, afastando os ratos da região durante o seu sono.
Durante o resto de sua estadia, o marinheiro conseguiu viver de maneira confortável, na medida do possível em sua situação. Em seus relatos, Selkirk acredita que matou cerca de 500 bodes durante a sua estadia na ilha, os quais eram uma de suas principais fontes de alimentação. Além disso, Selkirk aproveitou o conhecimento aprendido com o seu pai, um sapateiro, para trabalhar o couro dos animais e transformá-lo em novas roupas.

De frente com o perigo

Nos quatros anos que se passaram, o marinheiro correu risco de vida apenas duas vezes. Na primeira, ele se machucou bastante ao cair de um penhasco enquanto caçava um bode. Os seus ferimentos poderiam ter sido piores, provavelmente, se ele não tivesse caído em cima de outro bode, que acabou morrendo com o impacto. De acordo com o marinheiro, a queda o deixou inconsciente por um dia inteiro, além de tornar o seu corpo inteiro “dormente” por outros dois.
Estátua de Alexander Selkirk em Lower Largo, na EscóciaFonte da imagem: Reprodução/WikipediaJá a segunda vez aconteceu quando navios finalmente chegaram à ilha. O problema, contudo, é que as embarcações eram espanholas. Selkirk teve de fugir assim que foi avistado pelos espanhóis, que começaram a atirar no náufrago.
Na ocasião, os espanhóis o procuraram pela ilha, mas acabaram desistindo. Para escapar do perigo, o marinheiro permaneceu sobre uma árvore cheia de folhas durante dois dias. De acordo com os seus relatos, alguns espanhóis chegaram até a “tirar a água do joelho” na árvore enquanto ele estava por ali.

O resgate

Finalmente, no dia 1º de fevereiro de 1709, dois navios ingleses, nos quais estavam o explorador William Dampier e o capitão Woodes Rogers, ancoraram próximos à ilha de Selkirk, que chamou a sua atenção via sinais de fumaça.
Vários membros da tripulação dos navios estavam sofrendo de escorbuto e Selkirk os auxiliou a encontrar toda a comida necessária para resolver o problema. O capitão Rogers gostou tanto da ajuda do marinheiro que, além de resgatá-lo, fez dele o seu braço direito antes mesmo de zarparem.
Posteriormente, o capitão Rogers escreveu um livro contando detalhadamente as suas viagens, incluindo o conto de Selkirk. A história, inclusive, acabou servindo de inspiração para o escritor Daniel Defoe criar a sua famosa obra, “Robinson Crusoé”, publicada originalmente em 1719 no Reino Unido.
Primeira página da primeira edição de "Robinson Crusoé"Fonte da imagem: Reprodução/WikipediaA ilha em que Selkirk viveu durante quatro anos foi rebatizada pelo governo chileno com o nome do personagem criado por Defoe em 1966. Na mesma ocasião, outra ilha menor do arquipélago ganhou o nome do marinheiro escocês, concluindo um caso em que a ficção acabou tornando-se mais conhecida que a própria realidade.

Ilha francesa está à venda por R$ 27 milhões

Ilha francesa está à venda por R$ 27 milhões
Não sabe o que fazer com o seu dinheiro? Está cansado de investir em imóveis, ações e joias? Pois então aqui vai uma dica para você sair dessa monotonia sem fim: uma ilha francesa está à venda por R$ 27 milhões. E aí, o que você acharia desse investimento?
A ilha mede sete hectares, tem duas casas e é banhada por duas praias. O preço já inclui a manutenção dos imóveis e até um barco, para que você possa se deslocar sem maiores problemas. A privacidade é garantida, caso seja essa a sua maior vontade.
A vizinhança conta com outras inúmeras ilhas nas proximidades do Golfo de Morbihan, cenário belíssimo, digno de cartão postal. Como se não bastasse, a ilha é banhada por águas esverdeadas, ambiente que já foi usado pelos antigos proprietários para o cultivo de pérolas. A propriedade passou por uma reforma recente, há dois anos, mas o padrão tradicional foi mantido, embora conte agora com características de decoração modernas.

Imóveis

Fonte da imagem: Reprodução/FueradeSerie
Com três quartos, quatro banheiros, cozinha e sala de estar com lareira, uma das construções conta ainda com uma adega. A casa é distribuída em 160 m² de área útil, sendo rodeada por belos e vastos jardins. Mais à frente, a segunda casa, com 33 metros de comprimento, oferece um ambiente bem aconchegante aos hóspedes que você quiser receber no futuro, já que tem dois andares, três quartos, cozinha e sala.
Se você for religioso, poderá usufruir também de uma capela de pedra, feita em homenagem a São José, e que agora é também um excelente espaço para se produzir música. E aí, o que você acha desse investimento?
Qual é o gosto da água de 1,5 bilhão de anos encontrada por cientistas?
Há aproximadamente um mês, cientistas descobriram uma quantidade de águapreservada há 1,5 bilhão de anos, no Canadá. A água, aparentemente, ficou esse tempo todo no interior de uma rocha e, desde então, vem sendo estudada e é alvo de burburinhos ao redor do mundo.
Até aí, tudo bem, mais uma descoberta científica bacana que pode ajudar pesquisadores de todos os cantos a desvendar alguns dos inúmeros mistérios a respeito da vida no planeta, certo? Porém, uma das perguntas mais feitas a respeito da tal água supervelha é em relação à sua aparência e consistência.
De acordo com a pesquisadora Dra. Barbara Sherwood Lollar, em entrevista publicada no L.A Times, a água tem um aspecto mais pastoso e alaranjado quando exposta ao ar. Outra característica é com relação ao gosto dessa sopinha cremosa, já que Barbara teve coragem de experimentar essa substância com prazo de validade vencido há mais de 1 bilhão de anos. Haja coragem!
De acordo com ela, o gosto é horrível e muito mais salgado do que o da água do mar. Como se não bastasse declarar que experimentou a gosma alaranjada, Barbara disse que o fez mais de uma vez. E aí, você teria coragem de provar essa gororoba histórica?

Descubra 7 das ilhas mais perigosas de todos os tempos

Descubra 7 das ilhas mais perigosas de todos os tempos
De repente você se vê em um daqueles momentos tensos, cansativos, cheios de provas, trabalhos, tarefas, problemas e pendências. É bem provável que, em uma situação de estafa, sua cabeça só consiga pensar nas coisas boas que você poderia fazer, como ir morar naquela ilha longe de tudo e de todos, por exemplo.
Antes, porém, que você embarque em seu barquinho imaginário, é sempre bom saber quais são as ilhas que devem ficar de fora dos seus planos, afinal você pode se dar mal em algumas delas – lembra-se de Lost?

Ilha da Queimada Grande

Fonte da imagem: Reprodução/ViajeAqui
Esse lugar só é bom para quem gosta muito de cobras. A ilha, que fica no litoral de São Paulo, é habitada pela temida jararaca-ilhoa, uma cobra amarelada com manchas pretas que consegue, muitas vezes, manter-se camuflada entre folhas. Para que você tenha uma ideia melhor sobre o assunto, saiba que a estimativa é a de que existam cinco serpentes por metro quadrado nesse local. E aí, que tal uma visitinha?

Miyake-Jima

Fonte da imagem: Reprodução/Cais
Aqui o perigo não é ser picado por uma cobra supervenenosa, mas a ideia de estar próximo a um vulcão japonês, o Oyama, considerado como simplesmente o mais ativo do mundo. Ou seja: melhor não conferir de perto. Essa ilha faz parte de um arquipélago onde moram algumas pessoas, que vivem em constante alerta, sempre com máscaras, pois o vulcão é conhecido por liberar gases extremamente tóxicos.

Ilha de Saba

Fonte da imagem: Reprodução/TodaEla
A região é muito charmosa, fica localizada nas Antilhas Holandesas e tem pouco mais de mil habitantes. O cenário seria incrível se não fosse um pequeno detalhe: essa região é considerada a que mais recebe furacões em todo o mundo, com tempestades fortíssimas e ventos que chegam a 250 km/h.

Atol do Biquíni

Fonte da imagem: Reprodução/Sohu
Apesar de parecer um cenário paradisíaco, essa ilha foi usada há algumas décadas como local de experimentação de armas nucleares. O conjunto de ilhas só foi considerado apropriado para visitação em 1997, mas ainda assim muita gente tem medo de ir até esse lugar.

Ilha de Gruinard

Também usada para testes, mas nesse caso com armas biológicas. A ilhota, que fica na Escócia, serviu para que o governo britânico testasse o poder de substâncias como o antraz. Foram necessários produtos químicos superfortes e muito tempo para que o local fosse considerado livre de perigo, em meados de 1980.

Ilhas de Farallon

Fonte da imagem: Reprodução/TheDude
Localizada perto de São Francisco, nos EUA, essa ilha foi usada como depósito de lixo radioativo por muito tempo – quase 50 mil barris de lixo já foram despejados nesse lugar entre as décadas de 40 e 70.

Ilha Ramree

Só visite esse lugar se a última coisa que você quiser fazer na vida for servir de alimento para crocodilos. Durante a Segunda Guerra Mundial, alguns soldados japoneses resolveram se esconder no lugar e cerca de 400 deles morreram devorados por esses bichos. O caso foi registrado no Livro dos Recordes como a maior tragédia sofrida por homens e causada por animais. E aí, você se arriscaria?
Fukushima poderá ser rodeada por uma muralha subterrânea de terra congelada
Se você é fã de “Game of Thrones”, certamente vai se lembrar da série ao ler esta matéria! De acordo com uma notícia publicada pela Bloomberg, as autoridades japonesas apresentaram uma medida interessante para controlar o vazamento de água contaminada pela radiação em Fukushima. Eles pretendem criar uma enorme muralha congelada próximo à usina, mas, em vez de o paredão ser como o do seriado, ele será subterrâneo. O inverno está chegando...
Fonte da imagem: Reprodução/Wiki Notícia
O plano prevê a instalação de uma série de tubos entre 20 e 40 metros de profundidade que devem manter uma extensão de terra com aproximadamente 1,6 quilômetro próxima à usina congelada durante pelo menos seis anos, a começar por julho de 2015. Segundo a Bloomberg, esse tipo de ação não é novidade, já que a técnica era empregada no século 19 para a obtenção de carvão e, atualmente, para oferecer suporte na construção de tuneis de metrô.
Inclusive os EUA já utilizaram essa medida, justamente para proteger a área próxima a um laboratório dedicado à produção de material radiativo. Uma empresa japonesa de engenharia deve realizar um levantamento sobre a viabilidade do projeto, tendo como prazo março de 2014 para o parecer. Contudo, o problema dos vazamentos em Fukushima é considerado emergencial e urgente, e o prazo de implantação do plano só em 2015 está longe de ser ideal.